29 de Julho de 2007

Título: A Mitologia dos Mouros

Autor: Alexandre Parafita

Sinopse: A obra “A Mitologia dos Mouros” debruça-se sobre o mistério que envolve a figura dos mouros na nossa memória colectiva. Apresentados na História como seres de “carne e osso”, invasores, pelejadores, opressores, inimigos de Deus, e identificados com múltiplas denominações (sarracenos, muçulmanos, maometanos, infiéis, árabes, islâmicos, mouriscos, moçárabes, mudejares, etc.), os Mouros aparecem, contudo, nas Lendas como seres mágicos, com aparência humana ou não, que guardam valiosos tesouros e vivem nos montes, nas fragas, em torres, nos castros, nas grutas, nas covas, em cisternas, nos dólmens, nas fontes, em lagos ou em rios. Esta obra procura e dá respostas, por vezes polémicas, que o tempo sempre foi adiando: Quem são, afinal, os mouros da História e os mouros da Mitologia? Qual a natureza dos tesouros e dos seres encantados (serpentes, gigantes, diabos, touros, cabras, sapos…)? Qual o parentesco dos “mouros míticos” com o demónio? O que fazem os mouros na toponímia e nos “lugares de memória”?

 

publicado por António Oliveira às 23:51

22 de Julho de 2007

Título: A filha dos mundos

Autora: Inês Botelho

 

Sinopse: Ailura teve uma infância repleta de contos de fadas, elfos e duendes, de todo um mundo mágico e maravilhoso. Mas, como todas as crianças, ela cresceu e, lentamente, esqueceu esse mundo encantado, até que deixou de acreditar que a barreira que separa o nosso mundo dos sonhos e do maravilhoso não é mais espessa do que o próprio ar.

 

publicado por António Oliveira às 23:47

15 de Julho de 2007
Título: Diário Secreto de Camila
Apesar de ser Inverno e de estar frio, Camila decidiu ir comprar um gelado. Enquanto esperava o troco, deu de caras com um rapaz que lhe pôs o coração em alvoroço. Quem seria? Teria reparado nela? O encontro breve não permitiu tirar conclusões, mas uma coisa era certa: apaixonara-se irremediavelmente. Como lhe pareceu captar indícios de que ele vinha morar para o bairro, nunca mais teve sossego. A vida ganhou um sabor novo, passou a girar ao ritmo dos sentimentos e a concluir longas horas sobre os prédios em redor: Tantas emoções juntas fizeram-na sentir a necessidade de escrever um diário. E o hábito de comunicar ao papel os pensamentos mais íntimos transformou-a numa observadora atenta, crítica, perspicaz. Dia após dia vai aprofundando o conhecimento de si própria, dos outros, do mundo. Multiplicam-se as descobertas e as surpresas, mas a paixão resiste.
Livro recomendado pelo Serviço de Apoio à Leitura do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas. (Editorial Caminho)

Ler também é divertimento e evasão. Sê original. Lê!

publicado por António Oliveira às 23:26

01 de Julho de 2007

 

Imagem retirada daqui

publicado por António Oliveira às 01:00

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